Av. Nossa Srª dos Navegantes, Edifício Palácio do Café, 675, Sala 701, Enseada do Suá, Vitória - ES, CEP 29.050-912

Central de Atendimento

(27) 3100-2019 | 27 3014-8008
(27) 9 9933-7517 (somente ligação)
(27) 9 9698-9329 (somente WhatsApp)
atendimento@crtes.gov.br

Cobrança/Dívida Ativa: (27) 99867-5197 | regularize@crtes.gov.br

Funcionamento:
Segunda a sexta-feira de 8h às 17h

Generic selectors
Exact matches only
Buscar em títulos
Buscar no conteúdo
Post Type Selectors
Buscar em posts
Buscar em páginas

Opinião: o ensino técnico é importante para o Brasil?

  • 3 de agosto de 2018

Texto enviado por um usuário do site www.brasilescola.com

Normalmente as discussões acerca dessa modalidade de ensino eram deixadas para debate depois de esgotados os assuntos referentes à educação; porém, o ensino técnico continua em pauta e deve permanecer no centro das discussões sobre as mudanças educacionais, que derrubam a barreira entre o “instruir” e o “educar”. Quase todos os ideais que sustentam as reformas educacionais brasileiras destacam a importância do ensino técnico, que não pode ser encarado como um programa de caridade do governo destinado aos jovens cidadãos em desvantagem social – como erroneamente pensam alguns educadores –; muito menos ser visto como uma jogada para diminuir a disputa pelo ensino superior – como acreditam, também erroneamente, outros estudiosos. O ensino técnico tem que existir e ser valorizado, com acesso e qualidade, porque necessitamos de técnicos com alto padrão de excelência em todas as esferas da sociedade; deve ser expandido e atualizado constantemente, porque nossa mão de obra precisa de qualificação e enfrenta grandes problemas para se adaptar às mudanças nas formas e relações de trabalho.

Devemos lembrar que tornar os trabalhadores habilitados para o mercado de trabalho não é responsabilidade das empresas. Entretanto, elas podem: prover treinamento para que seus funcionários se adaptem às inovações; fazer com que eles entendam que é preciso aprender e aprimorar; ensiná-los a pensar como sujeitos ativos sobre o que e como exercem a função que, direta ou indiretamente, afetará a sociedade na qual estão inseridos; orientá-los para que não se tornem seres robóticos ou meros reprodutores de uma missão empresarial, mas possuidores de habilidades e conhecimentos.

Essas responsabilidades também cabem às instituições de ensino, principalmente do setor público afinadas com o mercado de trabalho, sem jamais se esquecerem de manter a autonomia como formadores de cidadãos e trabalhadores.

O Brasil precisa que seus filhos tenham melhor escolaridade, uma profissão que os afastem da criminalidade, de maneira a aumentar a autoestima e contribuir para o desenvolvimento social, econômico e sustentável. Respondendo a pergunta que abre esse artigo: sem nenhuma dúvida, o ensino técnico é a mola mestra para um país que busca mais trabalho, crescimento e justiça social.

Fonte: SINTEC-SP em Revista

 

 

 

 

 

 

Últimas notícias

CRT-ES recebe técnico que participou da definação do limite dos 800 kVA

Na tarde desta quarta-feira (10), o Presidente do CRT-ES, Valmir Xavier Martins, recebeu em seu gabinete o Técnico em Eletrotécnica, Luiz Carlos Oliveira, profissional que…
Ler mais...

CRT-ES impugna edital público da CESAN e abre oportunidades para os técnicos

Cumprindo seu papel de órgão fiscalizador, o CRT-ES, por meio da procuradoria, impugnou mais dois editais públicos. Cada edital impugnado contribui não somente com o…
Ler mais...

Equipe de Fiscalização participa do II ENFISC – Encontro Regional da Fiscalização, em São Paulo

Durante os dias 3 a 5 de julho, a equipe de fiscalização do CRT-ES participou do II ENFISC - Encontro Regional da Fiscalização, em São…
Ler mais...

Opinião: o ensino técnico é importante para o Brasil?

  • 3 de agosto de 2018

Texto enviado por um usuário do site www.brasilescola.com

Normalmente as discussões acerca dessa modalidade de ensino eram deixadas para debate depois de esgotados os assuntos referentes à educação; porém, o ensino técnico continua em pauta e deve permanecer no centro das discussões sobre as mudanças educacionais, que derrubam a barreira entre o “instruir” e o “educar”. Quase todos os ideais que sustentam as reformas educacionais brasileiras destacam a importância do ensino técnico, que não pode ser encarado como um programa de caridade do governo destinado aos jovens cidadãos em desvantagem social – como erroneamente pensam alguns educadores –; muito menos ser visto como uma jogada para diminuir a disputa pelo ensino superior – como acreditam, também erroneamente, outros estudiosos. O ensino técnico tem que existir e ser valorizado, com acesso e qualidade, porque necessitamos de técnicos com alto padrão de excelência em todas as esferas da sociedade; deve ser expandido e atualizado constantemente, porque nossa mão de obra precisa de qualificação e enfrenta grandes problemas para se adaptar às mudanças nas formas e relações de trabalho.

Devemos lembrar que tornar os trabalhadores habilitados para o mercado de trabalho não é responsabilidade das empresas. Entretanto, elas podem: prover treinamento para que seus funcionários se adaptem às inovações; fazer com que eles entendam que é preciso aprender e aprimorar; ensiná-los a pensar como sujeitos ativos sobre o que e como exercem a função que, direta ou indiretamente, afetará a sociedade na qual estão inseridos; orientá-los para que não se tornem seres robóticos ou meros reprodutores de uma missão empresarial, mas possuidores de habilidades e conhecimentos.

Essas responsabilidades também cabem às instituições de ensino, principalmente do setor público afinadas com o mercado de trabalho, sem jamais se esquecerem de manter a autonomia como formadores de cidadãos e trabalhadores.

O Brasil precisa que seus filhos tenham melhor escolaridade, uma profissão que os afastem da criminalidade, de maneira a aumentar a autoestima e contribuir para o desenvolvimento social, econômico e sustentável. Respondendo a pergunta que abre esse artigo: sem nenhuma dúvida, o ensino técnico é a mola mestra para um país que busca mais trabalho, crescimento e justiça social.

Fonte: SINTEC-SP em Revista

 

 

 

 

 

 

Pular para o conteúdo